Meu primeiro dia das mães
Que estranho pensar que sou mãe. Talvez essa seja a maior transformação que uma mulher pode ter. Ser parte criatura, parte criadora.
Primeiramente, devo agradecer à minha mãe e a todas as ascendentes de minha linhagem genética que não interromperam a transmissão genética que se dá de geração em geração. E que cuidaram ao gerar e nutrir cada descendente, fazendo mais do que perpeturar sua herança genética, melhorar, aprimorar, desenvolver, evoluir. Pois é assim que se faz na natureza.
E assim tornamo-nos eternas, pois a cria é parte da criadora. Como as matrioskas, aquelas bonequinhas russas que guardam dentro de si uma bonequinha menor, que guarda uma menor ainda...

É também graças aos que me criaram que aprendi o que é amor. Sendo a criação espelho de quem a criou, é investida de amor e assim aprende a ser amada.
E então, meu maior presente, o Tiago, sujeito desta transformação. É o meu espelho. Como num momento em que me vejo dentro de seus olhos e ele, olhando meus olhos, se vê.
Espelho de sentimentos e emoções que faz com que um se sinta bem quando o outro está bem. O que gera um compromisso e uma preocupação - cuidar também de si, para estar bem e fazer o bem.
Presente que faz o mundo girar e mudar a perspectiva. É quando não somos mais a pessoa mais importante para nós mesmas e assim aprendemos realmente a amar. E como é bom dar amor!
Parabens Pati!! Linda essas fotos. bjs Beta
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